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  • • Tenho medo de realizar uma cirurgia. O que poderia me ajudar a superar isto?

    A sensação do desconhecido é a principal causa de temor nos pacientes. Não é preciso ter medo, pois a tecnologia abriu um leque de possibilidades para os tratamentos. Dispomos de uma estrutura hospitalar para aumentar a confiança e conforto ao paciente, além do auxílio de medicamentos e da sedação endovenosa com acompanhamento do médico anestesiologista.

  • • Qual a estrutura de atendimento da Clínica Brånemark para pacientes de risco?

    A Clínica Brånemark é provida de infraestrutura para atendimento de eventuais emergências médicas ocorridas durante os atendimentos propostos. Temos material e pessoal treinado com monitoramento cardíaco, oximetria de pulso, pressão arterial não invasiva, carrinho de anestesia, desfibrilador cardiológico e suporte de oxigênio.

    Os pacientes de maior risco passarão por criteriosa anamnese, serão pedidos exames de rotina, além dos pertinentes a cada caso especificamente. Haverá contato prévio com os médicos particulares e durante as cirurgias serão monitorados e sedados com acompanhamento de médico anestesiologista.

  • • Qual o índice de sucesso dos implantes?

    A taxa de sucesso dos implantes varia entre 90% e 100%, dependendo da localização e qualidade do osso onde será colocado. É bom lembrar que os implantes podem durar por toda vida, desde que o procedimento tenha sido bem executado e exista uma higienização adequada. Além disso, é preciso fazer as revisões semestrais, nos primeiros dois anos, e anuais, posteriormente.

  • • O que acontece quando um implante cai?

    Quando um implante cai, a pessoa deve procurar o dentista o mais rápido possível para evitar perda óssea ao seu redor. Mas, a perda de um implante não significa necessariamente a perda da prótese, pois esta pode estar apoiada em outros implantes.

    Mesmo no caso de perda de um implante, é possível colocar outro no mesmo local, o que exigirá um novo planejamento.

  • • Quais as possíveis causas de falhas dos implantes?

    As causas mais frequentes de fracasso são: higienização inadequada, falta de capacitação profissional e estado complicado de saúde do paciente. Pessoas portadoras de diabetes ou fumantes, por exemplo, não são proibidas de receber implantes, mas é importante orientá-las quanto aos riscos. Algumas falhas, porém, ocorrem em casos aparentemente muito favoráveis e, é praticamente impossível, saber a causa real.

  • • A capacidade de mastigação melhorará após a colocação dos implantes?

    Os implantes apresentam resultados funcionais muito superiores aos obtidos por próteses que não são suportadas por implantes. Os pacientes que usam dentaduras há muito tempo e colocam implantes, por exemplo, sentem uma diferença muito significativa, recuperando a segurança e, muitas vezes, a autoestima.

  • • Pelo fato de ser um “corpo estranho”, existem riscos de rejeição do implante?

    Não ocorre rejeição, pois o titânio é um material imunologicamente inerte. A contaminação, quando ocorre, é por via cirúrgica e não por falhas no processo de fabricação dos implantes.

    Lembre-se: a perda de um implante nunca está associada à rejeição, mas sim à falta de reparo ósseo adequado ao redor dos implantes (osseointegração). Isso pode ocorrer devido ao estado geral da saúde do paciente. Doenças sistêmicas ou fatores comportamentais podem interferir no reparo ósseo, tais como diabetes, tabagismo, ou mesmo a não realização dos cuidados pós-operatórios pelo paciente.

  • • É recomendável a extração de dentes naturais para a colocação de implantes?

    Sempre que possível, deve-se evitar a extração de um dente natural. No entanto, quando os dentes naturais estão muito comprometidos, a extração para a instalação de implantes pode ser uma boa solução. Muitas vezes, quando os dentes naturais anteriores não estão em bom estado e não existem dentes posteriores, opta-se por remover todos os dentes naturais remanescentes para que sejam colocados implantes. Assim, pode-se colocar um menor número de implantes, apenas o suficiente para conseguir apoio para as próteses, conseguindo-se uma melhor relação custobenefício.

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